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Com foco em cidades de até 100 mil habitantes, Peça Rara planeja chegar a 300 lojas em 2024


Em 2023, o faturamento da rede cresceu 65%, alcançando R$ 156 milhões


Em processo de expansão, a Peça Rara, rede de franquias de brechós, tem como meta chegar a 300 lojas até o final de 2024 e dobrar a receita, com faturamento de R$ 300 milhões.


A marca tem como ampliar o número de lojas no interior das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, em cidades com mais de 100 mil habitantes e nas principais capitais.


Em 2023, o faturamento da rede cresceu 65%, alcançando R$ 156 milhões, e comercializou 2,7 milhões de peças.


Atualmente, a franquia conta com mais de 250 mil fornecedores ativos (clientes que revendem seus itens na rede) e 4 milhões de peças cadastradas, sendo uma das principais marcas no segmento de second hand (uso de segunda mão) no Brasil.


“Acreditamos em um novo estilo de vida, por meio de uma sociedade comprometida com a sustentabilidade e a responsabilidade social, ao incentivar a reutilização de peças e a redução do descarte de mercadorias, proposta que também vem atraindo muitos candidatos a franqueado”, afirma Bruna Vasconi, CEO e fundadora do Peça Rara Brechó.


Mercado


A indústria da moda é uma das mais poluidoras do planeta – responde por 4% das emissões globais de gases de efeito estufa e gasta 93 bilhões de metros cúbicos de água por ano, segundo o relatório Fashion on Climate, da Global Fashion Agenda.


Atualmente, menos de 1% das roupas fabricadas no mundo são recicladas e 12% dos resíduos têxteis são transformados em peças de valor menor. Ao considerar a produção de 100 bilhões de itens por ano, se não forem doados ou ressignificados, 87% serão enviados a aterros sanitários, de acordo com a Fundação Ellen MacArthur.


Segundo o ThredUp 2023 Resale Report, estima-se que o mercado global de vestuário segunda mão cresça 3 vezes mais rápido que o mercado de vestuário em geral. Até 2027 é previsto que o segmento dobre de tamanho e alcance U$S 350 bilhões. Já a consultoria Accenture projeta que a economia circular pode movimentar US$ 4,5 trilhões (cerca de R$ 22 trilhões) até 2030 e gerar 4,8 milhões de empregos na América Latina e Caribe.

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