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Estudo indica 5 farmácias por cada 10 mil habitantes no Brasil

Atualizado: 11 de abr.


Estudo inédito da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), em parceria com a Cognatis, revela o número de farmácias por habitantes e a existência de cinco farmácias no Brasil para cada 10 mil habitantes. Ao todo, o pais já reúne 99.816 estabelecimentos farmacêuticos.


A região Centro-Oeste é a que apresenta a maior quantidade de lojas na proporção populacional, totalizando 6,1, enquanto o Sudeste tem a menor taxa – com 4,2 unidades.


Quando considerado o número geral de PDVs, 36% das farmácias no Brasil concentram-se nos quatro estados do Sudeste. O Nordeste aparece a seguir, com 30%.


E as redes representam quase 20% do volume de lojas. “A presença das farmácias no mercado brasileiro mostra que algumas poucas empresas são de alcance nacional e diversas companhias com muita força regional”, comenta Eduardo Terra, presidente da SBVC.


“Além das farmácias agrupadas em redes de atuação regional e multirregional e das farmácias individuais é importante destacar a forte presença das redes associativistas”, acrescenta o executivo.


Raio-X dos gastos de clientes das farmácias no Brasil


O estudo ainda analisou o perfil de gastos dos clientes das farmácias no Brasil. Nas classes socioeconômicas de maior poder aquisitivo, o Sudeste lidera. Já os estados do Sul contabilizam as menores despesas médias com saúde por domicílio.


Despesas com saúde por classe socioeconômica e por região (Em R$)

Região

A

B1

B2

C1

C2

D/E

Norte

2.581,19

925,33

592,72

297,11

187,81

105,10

Nordeste

2.510,90

813,10

563,75

303,80

216,30

150,96

Sudeste

2.698,63

1.018,98

558,73

302,42

167,73

95,52

Sul

1.579,95

495,60

277,14

235,35

121,52

69,18

Centro-Oeste

2.164,41

741,58

538,84

277,66

187,05

122,42

Brasil

2.484,66

848,64

565,52

297,66

189,87

109,68

Fonte: SBVC/Cognatis


Levando em conta o extrato social mais baixo (C1, C2 e D/E), a Região Nordeste é a que apresenta os maiores valores médios mensais. “O desembolso mensal com saúde nos lares tem uma variação fortemente atrelada à relação com a renda média regional. No Norte, o gasto médio é de R$ 160. No Sul, é 2,7 vezes maior, chegando a R$ 427”, complementa.


O estudo avaliou mais de 3 mil variáveis de consumo, demográficas e de empresas do mercado varejista no Brasil.


Por: Ana Claudia Nagao

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