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Farmácias São João distribuem medicamentos para o Rio Grande do Sul


As Farmácias São João irão disponibilizar medicamentos para o Rio Grande do Sul de forma gratuita. O anúncio foi realizado na última quarta-feira, dia 8. As informações são do Correio do Povo.


Serão distribuídos gratuitamente aqueles remédios de uso contínuo, como os anticoncepcionais e aqueles destinados ao tratamento de doenças como a asma, diabetes e a pressão alta. Ao todo mais de 80 tipos de fármacos serão cedidos.


“As pessoas perderam na enchente os documentos para retirar os medicamentos de uso contínuo, perderam os medicamentos e não conseguem retirar novamente, nem adquirir num momento como esse”, explica Pedro Brair, presidente da rede de farmácias.


Para conferir quais medicamentos serão distribuídos e em quais municípios, basta acessar o site da companhia. O programa vai até o fim do mês de maio ou enquanto durarem os estoques.


Medicamentos para o Rio Grande do Sul estão em falta


Enquanto alinha a distribuição de medicamentos para o Rio Grande do Sul, a São João e outras varejistas lidam com uma grande dor de cabeça. A profilaxia contra leptospirose já começa a ser item raro nas farmácias de Porto Alegre (RS).


A ausência do medicamento começou a ser registada após a Secretaria da Saúde da cidade determinar que o tratamento só seja ministrado na presença de sintomas no sistema público de saúde.


Desde domingo, dia 5, o antibiótico doxiciclina está em falta no varejo farmacêutico. Dentre as redes que já afirmaram estar com dificuldade para manter o item à venda estão a já citada São João e a Panvel.


No caso da segunda, o principal entrave é a impossibilidade de utilizar seu centro de distribuição, em Eldorado do Sul (RS), que se encontra totalmente alagado.


Ministério da Saúde pede cautela


Em entrevista à CNN Brasil na última terça-feira, dia 7, a Ministra da Saúde, Nísia Trindade, pediu que a população afetada pelas enchentes evite o uso de antibióticos como forma de prevenir a leptospirose.


“Às pessoas que não têm sintomas, nós não recomendamos uma profilaxia em massa com antibióticos. Isso tem que ser feito de forma muito cuidadosa. Haverá orientação específica para os grupos de salvamento, de resgate, para dar segurança”, afirmou.


Por: Cesar Ferro

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