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Lojas físicas em seu esplendor


Faça valer a pena no varejo físico e digital


Os dias que antecedem a NRF Retail`s Big Show nos oferece uma oportunidade singular de visitar diversas operações de varejo e modelos de negócio, que, de uma certa maneira, já nos dão pistas do que estará em evidência durante o evento.


Neste sentido, uma característica em comum a todas as lojas visitadas foi a exaltação do ponto de venda e a baixa percepção de tecnologia, apoiando as experiências na loja. Do mais alto luxo, como Tiffanys, às Digital Native Brands (DNVB`s), como a Glossier, as experiências Tech não se apresentam mais no chão de loja, como vimos em anos anteriores.


Provadores inteligentes e conectados, realidade virtual, gôndolas infinitas, painéis digitais de alta definição, ferramentas de conteúdo automatizadas, entre outros, não são mais vistos como tendências para aumentar a experiência.


A tecnologia está menos perceptível ao cliente e muito mais presente no “backoffice”, nos processos, no planejamento, no suprimento, na logística, no relacionamento, nos programas de fidelidade e nas recompensas. Tudo isso sendo acelerado pelo motor da inteligência artificial, blockchain, Web3, etc.


Por aqui o que vimos com muita ênfase e, verdadeiramente, com excelência foi a bela execução das operações, os embaixadores da marca, a experimentação dos itens, o “visual merchandise” impecável e os serviços múltiplos adicionados aos produtos ofertados em loja.


A loja física como estratégia multicanal, interconectada e “powered by tech” é a nova realidade. Menos Tech (aparentemente) e muito mais humanizada visivelmente.


Por: Jean Paul Rebetez, sócio-diretor da Gouvêa Consulting, empresa da Gouvêa Ecosystem

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