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O varejo será o negócio mais importante do grupo Portobello em 2024


Em entrevista ao Números Falam, Romael Soso, CEO da Portobello Shop, explica como as lojas têm ganhado importância na estratégia da fabricante de revestimentos cerâmicos


Nos últimos três anos, o negócio de varejo é o que mais cresce dentro do Portobello. A performance das lojas próprias e franquias apresentou um crescimento de 15,3% na receita líquida, para R$ 690,4 milhões no acumulado de janeiro a setembro. Isso representa uma participação de 42,2% no total do grupo de revestimentos cerâmicos.


“O varejo será o negócio mais relevante do grupo já em 2024. E a companhia continua investindo nessa expansão”, diz Romael Soso, CEO da Portobello Shop em entrevista ao programa Números Falam, do NeoFeed.


Com 149 lojas em funcionamento pelo País, sendo 24 unidades próprias e 125 franquias, o plano da Portobello engloba tanto a expansão orgânica como a aquisição das unidades que hoje pertencem a franqueados. Essa decisão passa tanto pela possibilidade de ficar mais próximo ao cliente como em deter uma margem melhor nas vendas.


A estratégia de crescimento prevê a abertura de 10 a 15 lojas ao ano, nos próximos três anos. Além desses novos espaços, a Portobello vai investir na expansão do espaço das lojas, ou seja, aumentar de 400 metros quadrados (m²) de área de exposição de produtos para 800 m² ou 900 m².


“Essa tem sido uma estratégia bastante assertiva. Consigo expor mais produtos, ofereço uma experiência melhor para o cliente e o faturamento da minha loja aumenta muito sem perder produtividade por metro quadrado, por incrível que pareça”, afirma Soso.


O CEO da Portobello Shop conta que a empresa tem obsessão em “enterrar cano” - um termo utilizado na construção civil para dizer que o básico tem de ser bem feito.


“Para sustentar e expandir a margem do negócio, investimento em infraestrutura e tecnologia têm sido fundamentais”, diz ele, reforçando que esses são os esforços da empresa para enterrar cano.


Um exemplo é o desenvolvimento de uma sistema chamado de TMS (abreviação de transportation management system), que foi criado dentro do grupo para melhorar a eficiência operacional da logística. A ideia é que, em pouco tempo, o giro do estoque de 90 dias caia para 60 dias.


Com valor de mercado de R$ 876,9 milhões, a ação da Portobello acumula queda de 21,1% em 12 meses. Em 24, até 31 de janeiro, a desvalorização é de 16,6%.


Por: Márcio Kroehn

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