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Campo Grande ganha 154 farmácias em 5 anos


O potencial de Campo Grande (MS) para novos empreendimentos do varejo farmacêutico tem sido revelado na prática. Nos últimos cinco anos, 154 farmácias foram abertas na cidade, um crescimento de 81,05%. As informações são do Campo Grande News, com base nos dados divulgados pelo Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul (CRF/MS).


Segundo a reportagem, são cerca de 30 novas drogarias abertas a cada ano. Em janeiro de 2018, eram 190 estabelecimento e agora, em junho deste ano, passou para 344. Se comparar somente os meses de junho do ano passado e de 2023, o número saiu de 307, neste caso, aumento de 12,04%.


Potencial de Campo Grande para farmácias


A Drogasil, por exemplo, é uma das redes que está em destaque na capital. De acordo com a RD-RaiaDrogasil, a empresa se instalou em Mato Grosso do Sul em 2012 exclusivamente com a bandeira Drogasil, inaugurando sua primeira filial em Campo Grande. Atualmente, são 51 filiais instaladas pelo Estado, sendo 34 lojas distribuídas somente na capital sul-mato-grossense.


Somente em Mato Grosso do Sul, foram inauguradas mais de 12 unidades no ano passado, sendo seis delas instaladas em Campo Grande. Surgiram 156 oportunidades de trabalho. A expectativa é de investir ainda mais no Estado, com previsão de abrir novas filiais ainda neste ano.


“A empresa reconhece o desenvolvimento econômico e social da capital sul-mato-grossense como uma das variantes de maior relevância de decisão para instalar novos empreendimentos na capital, que além disso, em 2022 teve um aumento de população de 14,13% em relação a 2010, de acordo com o IBGE”, afirma a RD em nota.


Na visão do presidente do CRF/MS, Flávio Shinzato, o que tem levado a essa expansão é a característica de saúde, sendo um dos primeiros locais que a população procura quando adoece.


“O segmento vem com expansão devido ao fato de terem características de um estabelecimento de saúde, hoje não mais só como um comércio de medicamentos. As lojas estão vendo esse segmento como um acompanhamento da saúde da população, além de que também, culturalmente, a população tende a procurar as farmácias primariamente”, explica.


Por: Ana Claudia Nagao

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