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Renner vai investir R$ 800 milhões em 2024, com foco em reformas e inaugurações de lojas


Rede de lojas lucrou R$ 526,9 milhões no 4º tri, alta de 9,4% em relação ao mesmo intervalo de 2022; cadeia de moda pretende ampliar concessão de crédito


O diretor-presidente da Lojas Renner, Fábio Faccio, destacou, durante teleconferência de resultados, que a companhia pretende investir R$ 800 milhões neste ano. De acordo com o relatório de resultados divulgado na quinta-feira (14), o volume de capex em 2023 somou R$ 892,9 milhões.


Apesar de o valor estar abaixo dos investimentos realizados no ano passado, a avaliação da companhia é que os investimentos nas unidades devem trazer alta robusta de vendas, entregando, portanto, bom retorno.


A expectativa é que as novas lojas contribuam tanto para as vendas físicas quanto para as operações omnicanal com o comércio eletrônico. Ainda segundo Faccio, a companhia não espera aumento de custos em marketing para 2024, refletindo ganhos com eficiência no ambiente digital.


O volume bruto de mercadoria no ambiente digital cresceu 17% em relação ao quarto trimestre de 2022, somando R$ 645,5 milhões, enquanto a penetração passou de 11,7% para 12,8%.


A Lojas Renner lucrou R$ 526,9 milhões no quarto trimestre do ano passado, o que representa alta de 9,4% em relação ao mesmo intervalo de 2022. A receita cresceu 6,4%, para R$ 4,27 bilhões.


Mais crédito para clientes


A cadeia de lojas deve ampliar, em 2024, a concessão de crédito para os clientes que integram sua carteira financeira, de acordo com a diretora-presidente da financeira Realize, Paula Mazanék.


O resultado de serviços financeiros da Renner no último trimestre foi de R$ 3,2 milhões, após um resultado negativo de R$ 34,6 milhões no mesmo período de 2022. Em relação ao Ebitda total, os serviços financeiros representaram 3%.


Já a base de clientes ativos foi de 5 milhões, com carteira de cartões private label somando R$ 786,3 milhões sob gestão, enquanto a carteira de bandeira compartilhada foi de R$ 5,36 bilhões.


Segundo a executiva, a companhia promoveu, entre 2022 e o final do ano passado, um “movimento de restrição importante”, concedendo crédito para vendas para clientes de risco baixo e risco mínimo como forma de sustentar parte das vendas.


“Isso trouxe um efeito benéfico em relação à perda, mas entendemos que agora diante de toda a conjuntura externa e pela evolução do modelo de crédito, vislumbramos a ampliação de crédito bastante qualificada”, afirmou.


Dentre os fatores que melhoraram o perfil de inadimplência, segundo Mazanék, estão a queda da taxa de juros e a renegociação de dívidas, incluindo o programa Desenrola do governo federal.


Por: Ana Luiza de Carvalho

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