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MadeiraMadeira aposta em lojas e polos moveleiros para ganhar mercado


Empresa vai partir para expansão das unidades no final de 2024


Atenta a ocupar espaços no varejo de móveis e decoração, a MadeiraMadeira está investindo na consolidação de sua marca, por meio da remodelagem de suas 80 lojas físicas, ampliação da grade de produtos e especialização dos polos moveleiros para vendas online. A companhia tem entre seus investidores os fundos especializados em empresas nascentes Softbank, Kaszek e a Dynamo.


A MadeiraMadeira surgiu no mercado com uma proposta de produtos para construção em madeira, focou em móveis, expandiu para modulados seguindo o conceito de “monte você mesmo” da rede alemã Ikea e para decoração e serviços para casa. Hoje já tem um marca própria a CabeCasa, que responde por 40% das vendas.


Agora a ideia é consolidar os movimentos feitos nos últimos anos para atingir de forma mais eficiente seu público digital e ganhar market share. Entre as ferramentas para chegar lá estão as lojas físicas, onde a proposta não é concorrer em produtos que estão na plataforma online, mas permitir aos clientes montar seus projetos e fazer a venda de produtos como estofados e colhões.


“Entendemos que as lojas físicas têm um papel diferente na compra do cliente e não vender os mesmos produtos que estão no site”, afirmou o sócio e cofundador da empresa, Robson Privado. As vendas de estofados, por exemplo, representavam 5% das receitas quando eram vendidos somente nos canais online e passaram para 25% a 30% após serem levados às lojas físicas. Por enquanto, a MadeiraMadeira seguirá focando no amadurecimento do conceito das lojas físicas e vai partir para expansão no final de 2024.


Um dos maiores desafios da empresa é a logística, já que os volumes são grandes, pesados e a vocação da companhia são as vendas digitais. Em 2018, a MadeiraMadeira percebeu que não conseguia mais crescer por dificuldade no transporte. Hoje tem uma subsidiária de logística para o transporte de suas mercadorias. “Nossos produtos tem em média 70 quilos e um desafio grande entre a origem e destino do produto, por isso olhamos para minimizar custo do frete e prazo de entrega”, conta.


A companhia se deu conta também de que seus parceiros fabricantes de móveis não estavam preparados para atender as necessidades das vendas online. Por isso tem investido em estruturar esses fabricantes nos polos moveleiros do País e possui um time de 40 engenheiros nesses locais para ajudar a fábrica a melhorar os processos para atender o e-commerce.


Por: Cynthia Decloedt

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